VOL. 7 | N.º 3 (VOLUME ESPECIAL)
Apresentação
Maria Lúcia Bueno, Marcelo Ribeiro Vasconcelos, Sabrina Parracho Sant'Anna
DEBATES ENTRE SOCIOLOGIA E HISTÓRIA DA ARTE. AMÉRICA DO SUL E BRASIL EM PERSPECTIVA
Artigos
COLEÇÕES DA VISCONDESSA DE CAVALCANTI. UM LEQUE DE AUTÓGRAFOS E A PRESENÇA DE PORTUGUESES
Maraliz de Castro Vieira Christo
O PERCURSO DA COLEÇÃO SPANUDIS. DO MUSEU DOMÉSTICO AO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA USP
Maria Izabel Branco Ribeiro
ARTES INDÍGENAS NO MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO
Ilana Seltzer Goldstein e Vitória Oliveira Machado
Esse artigo explora a inserção e exibição das artes indígenas no Museu de Arte de São Paulo (MASP), com foco na última década. Com a reabilitação dos cavaletes de vidro de Lina Bo Bardi em 2015, e a inclusão de segmentos antes marginalizados, o MASP consolidou seu compromisso com a diversidade cultural, especialmente em suas exposições temáticas. O museu passou a convidar artistas, intelectuais e curadores indígenas para participar de seminários e exposições. O texto analisa mostras como "Histórias Indígenas" (2023), reunindo obras de vários países sob curadoria indígena, e discute como trabalhos indígenas são exibidos na mostra de longa duração do MASP, junto a pinturas renascentistas e modernistas. Resultados preliminares apontam a necessidade de revisão e ampliação dos modos de participação de artistas e pensadores não-hegemônicos nas decisões do museu.
ADRIANA VAREJÃO, ERNESTO NETO E A ARTE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA. ANOTAÇÕES INCOMPLETAS
Glaucia Villas Bôas
MULHERES ARTISTAS E ESPAÇO PÚBLICO. POSSIBILIDADES POÉTICAS DE ENFRENTAMENTO DA CIDADE
Fernanda Pequeno
Registos de Pesquisa
A DESCONSTRUÇÃO DO OLHAR NA ARTE E NA CULTURA VISUAL. UMA RESENHA DO LIVRO MODOS DE VER
Júlia Almeida de Mello
O CORPO FEMININO NAS NUANCES DO NU E DO DESPIDO. UMA RESENHA DO LIVRO THE FEMALE NUDE: ART, OBSCENITY AND SEXUALITY
Júlia Almeida de Mello
VOL. 7 | N.º 2
Apresentação
Paula Guerra
RETÓRICAS (DENÚNCIAS) DO INVISÍVEL. MEMÓRIAS, IDENTIDADES, ESPAÇOS E RESGATES
Artigos
PERIODISMO ALTERNATIVO Y MÚSICA POPULAR. REPRESENTACIÓN, MEMORIA Y CONSTRUCCIÓN DE UN LUGAR PROPIO
cotidianamente. Las prácticas de periodismo alternativo observadas proporcionan contextos dialógicos en los que los participantes construyen sus identidades musicales y generan gradualmente un archivo sobre su historia y memoria, tratando de obtener mayor capacidad de acción y responsabilidad sobre sus vidas.
GEORREFERÊNCIAS ESTÉTICAS E CRÍTICO-DECOLONIAIS (DO FEMININO) NA OBRA DE YINKA SHONIBARE
Maria de Fátima Lambert
FESTAS DO POVO. SIGNIFICAÇÃO HISTÓRICA DE FESTAS POPULARES EM BAIRROS DE PERIFERIAS DO NORDESTE DO BRASIL
Marcelo de Sousa Neto
CRIA(R)TIVIDADE TRANSDISCIPLINAR. RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA ENTRE A ILUSTRAÇÃO E A SOCIOLOGIA.
Susana Januário e Susana Lopes da Silva
FEMALE GAZE. O CORPO MASCULINO ENQUANTO ESTRATÉGIA
Gabriela Massote Lima
AS FRAGILIDADES PERSISTENTES NO MUNDO DA ARTE DO JAZZ EM PORTUGAL
Bruno Baptista
Este artigo tem como objetivo revelar as principais fragilidades no mundo da arte do jazz em Portugal, ao analisar o alcance e os impactos efetivos das ações dos seus diversos agentes. Partindo da premissa de Becker (2008) de que um mundo da arte é constituído pela sinergia das ações dos seus agentes, analisamos os impactos destes, tanto positivos quanto negativos, na manutenção e transformação do mundo da arte. De seguida, veremos como os músicos mobilizam estratégias de ação do it yourself e do it together para contornar ou acrescentar aos significados criados por outros agentes e para garantir a manutenção do mundo da arte sempre que os restantes agentes artísticos não conseguem assegurar os seus papéis. Utilizamos dados recolhidos através de 45 entrevistas semidiretivas a músicos/as de jazz.
Registos de Pesquisa
O MUNDO COMO ATELIÊ, O DESENHO ENQUANTO MÉTODO: A ARTE-ETNOGRAFIA DE BRUNØVAES
Henrique Grimaldi Figueredo e Bru Novaes
O DIREITO À CIDADE DO PORTO, UM DUALISMO INTEMPORAL. UM EXERCÍCIO ETNOGRÁFICO SOBRE A SITUAÇÃO DOS SEM-ABRIGO NA CIDADE DO PORTO
André Granja
VOL. 7 | N.º 1
Apresentação
Paula Guerra
QUANDO A ARTE É PODER E VIDA. PRÓLOGO SOCIOLÓGICO
Artigos
THIS IS WHERE I DRAW THE LINE: CREATIVE INTERVENTIONS ON PUBLIC MONUMENTS IN THE EAST OF EUROPE AND THE GLOBAL SOUTH
MUITO MAIS QUE UM GRITO. HISTÓRIA E LITERATURA NO COMBATE AO AUTORITARISMO
Cláudia Fontineles
sua produção: o Brasil que vivia sob uma ditadura civil-militar. Analisamos como a obra literária discute temas como violência, humilhação, liberdades individuais e sua supressão, que ameaçam a vida democrática e a dignidade humana, além de abordar o significado dessas questões para a história brasileira no recorte temporal em que foi escrita e publicada. Com isso, pretendemos discutir como a produção literária pode contribuir para refletir acerca da democracia e do autoritarismo em diferentes momentos históricos, mais especificamente, no tempo de sua produção. Para tanto, a pesquisa recorre à análise da referida obra, bem como os estudos historiográficos sobre o período ditatorial no Brasil, para entender as interfaces entre História e Literatura no combate ao autoritarismo.
A ARTE ECOLÓGICA EM PORTUGAL: ARTE ATIVISMO E POLÍTICAS CULTURAIS SOB A PERSPECTIVA DOS ESTUDOS CULTURAIS
Tatiana Lopes Vargas
ecológica pode ser uma prática de resistência que estimula a colaboração e a interdisciplinaridade. Tendo os Estudos Culturais como principal base epistemológica, este estudo visa refletir sobre o contexto geral em que se apresenta a relação entre arte e sustentabilidade ambiental, em Portugal, com vistas a pensar nas tensões implicadas neste contexto. Para além de uma discussão teórica sobre arte ativista e arte ecológica, propõe-se
uma reflexão sobre o contexto das políticas culturais portuguesas ligadas ao ambiente. Foi realizada uma análise teórico-interpretativa, com uma orientação crítica e reflexiva, com base nas informações disponibilizadas pela Direção Geral das Artes sobre o tema. Com este estudo, espera-se contribuir para a reflexão sobre a identidade política da arte e a necessidade do setor cultural questionar as suas práticas e os contextos sob os quais se desenvolve a produção artística ambientalmente sustentável em Portugal.
MULHERES PINTADAS, REPRESENTAÇÃO DE GÊNERO NAS PINTURAS DE TARSILA DO AMARAL
Bruna Tupiniquim Marques e Rafaela Santiago Lobo
ALÉM DAS PASSAGENS: WALTER BENJAMIN, A MONTAGEM E AS IMAGENS NAS CIÊNCIAS SOCIAIS
Lucas Maroto Moreira
ESTOU ALÉM DO HOMEM COM H. A SUBVERSÃO DO PATRIARCADO ATRAVÉS DA ARTE BRASILEIRA E PORTUGUESA NO FINAL DO SÉCULO XX
Juliana Queires e Yatan Alves
No contexto desse trabalho, temos como propósito examinar e melhor compreender duas emblemáticas figuras da música brasileira e portuguesa: Ney Matogrosso e António Variações. Ambos os artistas desempenharam papéis significativos na contracultura e resistência durante as décadas 1970 e 1980.
As performances artísticas de ambos os artistas que, por vezes, foram consideradas exuberantes e até mesmo "exageradas", representaram uma ruptura com a noção de masculinidade patriarcal predominante, tornandose uma fonte de inspiração e liberação para muitos outros artistas que os sucederam. O objetivo central deste estudo é apresentar as trajetórias artísticas desses artistas e, por meio de uma análise de caráter qualitativo, identificar as semelhanças e diferenças, destacando a relevância de Ney Matogrosso e António Variações como representantes da contracultura, do artivismo e da desconstrução de estereótipos de género em países marcados pelo conservadorismo e autoritarismo. No contexto brasileiro, Ney Matogrosso, com presença cênica única, visual exuberante e performances provocativas desafiaram os padrões estabelecidos, desconstruindo os estereótipos de masculinidade vigentes. António Variações, em Portugal, através de suas performances únicas e inovadoras, desafiou os padrões convencionais de masculinidade e promoveu uma abordagem artística disruptiva. Sua música e suas performances eram uma expressão genuína e original de sua interioridade, refletindo-se em seu modo de vestir, pintar e se apresentar no palco. Tanto Ney Matogrosso, quanto António Variações enfrentaram contextos políticos e sociais marcados pelo conservadorismo e pela repressão. Enquanto Ney viveu sob a ditadura empresarial-militar no Brasil, Variações testemunhou o fim do Estado Novo em Portugal e a redemocratização, pós 25 de Abril de 1974.
Registos de Pesquisa
DIRECTO E VERDADE O CINEMA
Jorge de Carvalho
EXPLORANDO O RITMO DA EXPRESSÃO. O DESENVOLVIMENTO COREOGRÁFICO DAS DANÇAS DE RUA
Inês Duarte
desenvolvimento coreográfico, destacando como a musicalidade, texturas, qualidades de movimento, intensidade e respiração convergem para criar uma expressão autêntica dentro desses estilos dinâmicos e ecléticos.
VOL. 6 | N.º 3
Apresentação
Paula Guerra
AS ARTES, AS EXPERIÊNCIAS E OS MUNDOS DA VIDA
Artigos
“SAMBA DE UMA NOTA SÓ”? TURISMO CULTURAL NUM DESTINO DE SOL E PRAIA
Ana Rita Cruz
GRAFFITI, MIGRACÃO E DECOLONIALIDADE: REFLEXÕES SOBRE A “PRETOGALIDADE DE SER”
Maria da Graça Luderitz Hoefel, Denise Osório e Paula Guerra
LIBERTE O CINEASTA QUE EXISTE EM VOCÊ! O PROTAGONISMO DOS ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO FESTIVAL DE FILMES DE CURTA-METRAGEM DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE BRASÍLIA
Maria do Carmo G. A. Alvarenga
A FORMAÇÃO DE ESPECTADORES TEATRAIS NO AMBIENTE DIGITAL NUM CENÁRIO PANDÊMICO
Robson Rosseto e Sara Dobginski de Moraes
ENTRE ESCRITAS E CRÍTICAS: INTELECTUALIDADE E HISTÓRIA DA LITERATURA NA OBRA DE O. G. REGO DE CARVALHO
Pedro Pio Fontineles
A VIDA ATRAVÉS DE SANGUE, DE VÍSCERAS E DE SUSTOS: O MEDO E A FORMA COMO O CINEMA DE TERROR REFLETE O SOCIAL
Daniela Covarrubias
O presente artigo tem como objetivo compreender a construção do medo no gênero cinematográfico do terror, entendendo que os sentimentos provocados por este gênero são influenciados pelo contexto histórico-social. Compreendendo que o sentimento de medo é bastante complexo, a pergunta de partida “O que provoca o medo?” nos revela a complexidade do ser humano, dos sentimentos, dos sujeitos e como estes estão profundamente relacionados com um contexto mais amplo, influenciado pela cultura, pelo social e pelo político. Através de uma extensa investigação bibliográfica e filmográfica, busca-se compreender a relação telespectador-obra e as ferramentas utilizadas para provocar sentimentos de angústia, aflição e medo. Investiga-se diversas formas de provocar o medo e como este está relacionado com questões individuais e coletivas simultaneamente, e, com questões da realidade objetiva e da subjetividade do ser humano. Estas dicotomias tornam o medo um sentimento multidimensional.
Registos de Pesquisa
HISTÓRIA ORAL E ENTREVISTAS NO ESTUDO DAS ARTES – ANÁLISE DE APLICAÇÃO AO ESTUDO DE JORGE LIMA BARRETO
André Quaresma
Recensões/Resenhas
RECENSÃO CRÍTICA DO LIVRO “RUA DE MÃO ÚNICA: INFÂNCIA BERLINENSE - 1900” DE WALTER BENJAMIN (2013)
Sidarta Landarini
TODAS AS ARTES || TODAS AS FESTAS || TODAS AS UTOPIAS ||2024
FEMINISM IN THE FRAME OF THE NEOLIBERAL REGIME:
FEMINISM IN THE FRAME OF THE NEOLIBERAL REGIME:
Women, Welfare and the Current Crisis
Conferência com Angela McRobbie, Goldsmiths College, University of London
8 de Novembro, 18h
Sala de Reuniões 1 da FLUP
Chair e Apresentação: Paula Guerra (IS-UP/FLUP)
Comentário final: Renata Gaspar (IS-UP/ESMAE)
Angela McRobbie é professora emérita da Goldsmith College, da Universidade de Londres. É membro da Academia Britânica e recebeu o prémio Honorary Doctorate da Universidade de Glasgow. As suas áreas de investigação centram-se na economia criativa e na indústria da moda com referência ao setor independente de pequena escala. Escritora feminista, é autora de muitos livros e artigos académicos sobre diversas temáticas tais como género e sexualidade, indústria da moda, feminismo e a ascensão do neoliberalismo.
https://www.gold.ac.uk/media-
VOL. 6 | N.º 2
Apresentação
Paula Guerra e Lígia Dabul
ENVOLVIMENTO SOCIAL OU UMA APOLOGIA AO POTENCIAL TRANSFORMADOR DA ARTE
Artigos
COVID-19 AND PUBLIC POLICIES FOR CULTURE AND THE ARTS AN INSIGHT FROM THE GLOBAL SOUTH
Maria Alcinete Gomes de Menezes, Gerciane Maria da Costa, Kyara Maria de Almeida Vieira e Luíza Raphaela Xavier
CRUZANDO PAISAGENS CRIATIVAS E PRÁTICAS INCLUSIVAS NO PROGRAMA BAIRROS SAUDÁVEIS
Ana Sofia Baptista
IMIGRAÇÕES, GASTRONOMIAS E IDENTIDADES: AS CENAS CULTURAIS DE SÃO PAULO
Camila Alonso Milani
ESTÉTICA E POLÍTICA NO MOVIMENTO PUNK EM ARACAJU, BRASIL
Letícia Oliveira Feijão Galvão e Frank Nilton Marcon
NEIVA OU OS PRIMÓRDIOS DO DO-IT-YOURSELF NO SUL GLOBAL
Yatan Alves
CONTRIBUTOS PARA UMA GENEALOGIA DO CAMPO DA MODA EM PORTUGAL (1960-2020)
Paula Barros
Em Portugal, a moda é um campo quase invisível nas ciências sociais e, particularmente, na sociologia. Com efeito, existe ainda uma tendência generalista – e redutora – para pensar a moda como algo supérfluo, sem se ter em linha de conta que a mesma afeta outros campos da vida social. Neste artigo, propomo-nos fazer uma reconstituição socio-histórica do campo da moda em Portugal, no período entre 1960 e 2020 - numa abordagem que integra o ponto de visto dos atores, mas também as problemáticas que atravessam e definem este campo -, partindo da análise de fontes secundárias.
VOL. 6 | N.º 1
Apresentação
Paula Guerra e Lígia Dabul
ARQUIVOS, ESCALAS, MÉTODOS E SABERES EM CIÊNCIAS SOCIAIS
Artigos
SIMPLY LONGING FOR WILDERNESS. FICTIONS OF NATURE PRESERVATION IN WESTERN POP MUSIC
Thorsten Philipp
A MÚSICA ELETRÓNICA AMBIENTAL: DA PROFUNDIDADE SONORA AOS IMAGINÁRIOS DA MENTE II
Frederico Dinis
atual da música eletrónica ambiental na conceção, ampliação ou descontinuidade de lugares, expressa por si só o desejo de exercer um agenciamento interno ou uma mediação com a própria envolvente, operando como uma reflexão do ‘eu’, recorrendo a sonoridades que movem a mente. Um ‘eu’ que inclui o mundo social em que se está imerso e uma representação de lugares figurativos.
SOBRE A IDEIA DA CONSCIÊNCIA IMPRESSA NO EMBODIMENT DO SOM. MAX RICHTER, GUSTAV MAHLER E ALFRED SCHNITTKE
Maria-Roxana Bischin
PERSPETIVAS SOBRE A MÚSICA CLÁSSICA BRASILEIRA E A INFLUÊNCIA DA INDÚSTRIA CULTURAL
Miqueias Felipe Costa Feitosa e André Dallálio
POLÍTICAS DE MEMÓRIA EM IFIGÉNIA DE TIAGO RODRIGUES, POR ANNE THÉRON
Ana Cunha
RAP E MÚSICA DE INTERVENÇÃO: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DO RAP EM PORTUGAL
Miguel Vidal
Este artigo procura abordar o rap português na sua dimensão mais interventiva. Desenvolve-se assim a busca pela compreensão de como esta dimensão tão inerente ao desenvolvimento do rap no contexto norte americano é aplicada e entendida, tendo em conta as especificidades do contexto português. Partindo da análise documental de artigos de dois dos jornais de referência portugueses, desenvolve-se a imagem da forma como os públicos interagem com a dimensão interventiva do rap e a forma como a interpretam. Procurando sempre compreender-se se esta parece ser influenciada principalmente pela própria história interventiva e reivindicativa do rap (e é vista como tal), ou se parece seguir o legado da “tradicional” música de intervenção portuguesa do pós 25 de abril.
André Araújo
Recensões/Resenhas
A MÚSICA DE JOHN CAGE – JAMES PRITCHETT