COMbART: Art, Activism and Citizenship. Utopias and Imagined Futures. Programa | Programme
2022 – GUERRA, Paula; CAMPOS, Ricardo & PUSSETTI, Chiara (2022) (Eds.). COMbART: Art, Activism and Citizenship. Utopias and Imagined Futures. Programa | Programme. Porto: Universidade do Porto- Faculdade de Letras [University of Porto. Faculty of Arts and Humanities]. ISBN 978-989-9082-26-7. URL https://eu-central-1.
COMbART: Art, Activism and Citizenship. Utopias and Imagined Futures.
2022 – GUERRA, Paula; CAMPOS, Ricardo & PUSSETTI, Chiara (2022) (Eds.). COMbART: Art, Activism and Citizenship. Utopias and Imagined Futures. Livro de Resumos | Book of Abstracts. Porto: Universidade do Porto- Faculdade de Letras [University of Porto. Faculty of Arts and Humanities]. ISBN 978-989-9082-25-0. URL https://eu-central-1.
NOVO ARTIGO || Profetas racionales: una aproximación a las narrativas de la marginalidad urbana avanzada brasileña
O presente artigo radica na possibilidade de -a partir das letras de canções-, explorar diversas expressões urbanas subversivas e marginalizadas socialmente. Assim, e considerando o rap, especificamente a obra dos Racionais MC's, partimos da proposição de que as suas narrativas são simultaneamente um espelho, mas também uma representação dos contextos brasileiros de marginalidade urbana avançada. A partir da escolha de uma canção de cada álbum de estúdio dos Racionais MC's, foi realizada uma análise de conteúdo acerca das diversas dimensões da vida cotidiana das metrópoles brasileiras expressas pelo grupo -jovens delinquentes, desempregados, habitantes de guetos, negros, mulheres. Concomitantemente, e pela narração da sua complexidade vivencial e dos seus modos de sobrevivência, assumem as canções como forma de compreensão das diversas realidades, apresentando relatos diretos que dialogam com seus pares e com toda a estrutura social na qual estão inseridos.
GUERRA, Paula; SILVA, Gabriel Barth & COUTINHO, Pedro Henrique de Oliveira (2022) – Profetas racionales: una aproximación a las narrativas de la marginalidad urbana avanzada brasileña. El oído Pensante. 10(1), pp. 31-58. DOI: 10.34096. ISSN: 2250-7116. URL: http://revistascientificas.
NOVO LIVRO || ARTES FEMINISTAS, ARTIVISMOS E SUL GLOBAL
Cláudia de Oliveira & Paula Guerra
Com Prefacio de Linda Cerdeira e Tatiana Moura.
A arte feminista e a interseccionalidade são campos emergentes e multifacetados no Sul Global. Isso explica o facto de a obra da brasileira Juliana Notari se posicionar na interdisciplinaridade própria da arte feminista contemporânea, bem como das produções artísticas da modernidade tardia.
2022 – OLIVEIRA, Claudia de & GUERRA, Paula (2022). Artes feministas, artivismos e Sul Global. Porto: Universidade do Porto - Faculdade de Letras. ISBN 978-989-9082-01-4. DOI https://doi.org/10.21747/978-
URL: https://ler.letras.up.pt/site/
CONFERÊNCIA || UMA TRAJETÓRIA EM EXPOSIÇÃO: JOSÉ TARCÍSIO, O OLHAR E O TEMPO || PROFESSORA KADMA MARQUES
CONFERÊNCIA || UMA TRAJETÓRIA EM EXPOSIÇÃO: JOSÉ TARCÍSIO, O OLHAR E O TEMPO || PROFESSORA KADMA MARQUES
Convidamos todos/as os/as interessados/as a participar na Conferência “Uma trajetória em exposição: José Tarcísio, o olhar e o tempo” proferida pela Professora Kadma Marques da Universidade Estadual do Ceará no próximo dia 21 de março de 2’22 às 15:00 na sala de reuniões 2 da FLUP. A Conferência também será transmitida por zoom. A entrada é livre.
Entrar na reunião Zoom: https://videoconf-colibri.zoom.us/j/86098579839?pwd=ckdmYlc2dXBSOWZJaVJhTDZDT0VsUT09
ID da reunião: 860 9857 9839 | Senha de acesso: 554802
Vol.4 N.2
Apresentação
Paula Guerra e Lígia Dabul
A música e o music-making são, desde logo, temáticas que se destacam neste Número 2 do Volume 4 da nossa revista. Assim, parece-nos lógico que o foco desta introdução fosse a/na música.
Artigos
Repensar a cultura DIY num contexto pós-industrial e global
Andy Bennett, Paula Guerra e Ana Sofia Oliveira
Arquétipos da pós-modernidade: Celebridades e capitalismo contemporâneo
Roney Gusmão
António Variações: retrato do cantor enquanto jovem inserido na sua geração artística e nas respetivas problemáticas identitário-culturais
Luís Carlos S. Branco
A 'coletivização' das instituições de arte contemporânea
Ana Carolina Freire Accorsi Miranda
Adolescentes e jovens indígenas: participação política no Rio Negro
Claudina Azevedo Maximiano
Flores and 'Tijeras': a feminist revindication of Quechua and Indigenous women through a fusion of Andean-trap music
Priscila Alvarez-Cueva e Sofia Sousa
Registos de Pesquisa
Simon Contra: etnografias de um jovem artista
Henrique Grimaldi Figueredo
Recensões/Resenhas
Recensão ao livro de António Damásio, A Estranha ordem das Coisas: a vida, os sentimentos e as culturas humanas
Luís Carlos S. Branco
NOVO NÚMERO ESPECIAL | A vertigem das artes no Sul global
Acaba de sair o v. 22, n. 50 (2021) da PerCursos, Florianópolis com o multifacetado Dossiê A vertigem das artes no Sul global por Paula Guerra Fábio, Leonardo Castelo Branco Brito e Daniel Lopes Saraiva.
- Uma Lisboa só dele(s). Processos artivistas de recriação de paisagens sonoras contemporâneas por Paula Guerra
- De(s)colonial artístico como potencialidade de recriação de mundos: lugares de re-existir e re-pensar a si por Gisele Cristina Voss e Franciele Clara Peloso
- A identidade do performer musical: marcas e possibilidades de desclassificação por Bibiana Bragagnolo
- Imagens do Brasil: precursores e redescobertas do mito da brasilidade por Fábio Leonardo Castelo Branco Brito
- “Metendo dança”: saberes estético-corpóreos nas músicas do rapper Rincon Sapiência por Vitor da Silva Costa
- A margem da margem: o lugar do feminino na literatura periférica paulista por Diego dos Santos Reis e Elisângela Araújo
- Discursividade: da obscura poética solar de Éder Rafael de Araújo por Nefatalin Gonçalves Neto
- Pode a mulher artista falar? A experiência de Helena Almeida a partir da série Ouve-me (1978-80) por Vera Rozane A. F. Araújo
- Pontos de intersecção nas escritas de mulheres na Argentina e na Palestina: autoficção, trauma e pós-memória por Carolina Ferreira de Figueiredo e Marina Lis Wassmansdorf
- Teatralidade, Artaud e subjetividade: uma proposta de análise para a teatralidade na vida tal como ela é por Talita Baldin, Paulo Eduardo Viana Vidal e Simone Ravizzini
- Inventar el cine: sobre técnicas e estéticas de documentários latino-americanos por Daniel Velasco Leão
- Dentro, fora, antes ou depois? – A política espaço-temporal de Notícias da América, de Paulo Nazareth por Natalie Souza de Araujo Lima
- Música, branquitude e experimentalismo: perspectivas críticas por Felipe Merker Castellani e Manoel Pêssoa de Lima
2021 – GUERRA, Paula; BRITO, Fábio Leonardo Castelo Branco; & SARAIVA, Daniel Lopes (2021) – PerCursos, Florianópolis. Dossiê A vertigem das artes no Sul global, v. 22, n. 50. DOI: https://doi.org/10.5965/1984724622502021. ISSN: 1984-7246. URL: https://www.revistas.udesc.br/index.php/percursos/issue/view/863.
NOVO ARTIGO | Uma Lisboa só dele(s). Processos artivistas de recriação de paisagens sonoras contemporâneas.
NOVO ARTIGO || Eu não sou de aço. Eu sou de Bambu. Hip-hop, Desigualdades de Gênero e Resistência
EU NÃO SOU DE AÇO. EU SOU DE BAMBU. HIP-HOP, DESIGUALDADES DE GÊNERO E RESISTÊNCIA
Paula Guerra
Sofia Sousa
Resumo:
O principal foco deste artigo situa-se na abordagem das produções de música hip-hop por parte de artistas portuguesas, concomitantemente como meio de denúncia das desigualdades de género e das dinâmicas urbanas segregadoras. Partindo de seis canções (e seus correspondentes videoclipes) de artistas rappers portuguesas, procurámos, então, apresentar, analisar e discutir estas performances enquanto modos de protesto gentis e subtis (Corbett, 2018) acerca da sociedade de um país do Norte Global, bem como as implicações de se ser mulher e artista numa indústria musical, cultural e criativa segregadora. Partimos do pressuposto que as práticas artísticas podem beneficiar dos contributos sociológicos e, acima disso, que as análises sociológicas dos conteúdos e das realidades sociais, podem beneficiar largamente das práticas e das criações artísticas, no sentido em que estas prefiguram e retratam discursos sobre as sociedades. Pretendemos observar de que modo é que as músicas e os videoclipes destas artistas refletem os problemas sociais, especialmente aqueles que se relacionam intimamente com as dificuldades sentidas no âmbito da inserção e da sua valorização, enquanto artistas, dentro do movimento hip-hop em Portugal.
Palavras-chave: hip-hop, género, cidade, resistência, protesto.
Artigo disponível aqui: https://seer.ufrgs.br/
Fonte das imagens: https://www.channel5.









